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18 Jul

Crefito-9 e Sinfisio-MT buscam soluções para profissionais do Pronto Socorro de Cuiabá


Pela segunda vez, neste ano, o presidente do Crefito-9, Elias Neto, se reúne com profissionais do PSMC para discutir desde aumento salarial até condições de trabalho

Publicado em: 18 JUL 2013 às 15:47:00


A pauta de reivindicações dos profissionais do Hospital e Pronto Socorro Municipal de Cuiabá (HPSMC) é extensa. Baixa remuneração salarial, condições de trabalho, falta do Plano de Cargo Carreira e Salário (PCCS), sistema de plantão e vínculos de trabalho irregulares são fatores que desmotivam os prestadores de serviços a continuarem atuando nos setores de urgência e emergência da unidade do Sistema Único de Saúde (SUS).


Nesta quarta-feira (17), o presidente do Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional da 9ª região (Crefito-9), Elias Nasrala Neto e representantes do Sindicato dos Fisioterapeutas de Mato Grosso (Sinfisio-MT), Marcio Martins e José Francisco reuniram com 18 colaboradores em busca de soluções emergências e a longo prazo. Os integrantes da reunião decidiram pela realização de assembleia geral, no dia 7 de agosto deste ano, às 19h, no HPSMC.

 

 

 Ao todo, o hospital municipal conta com 31 profissionais. Do total, cerca de 40% são contratados e recebem um salário base muito baixo. De acordo com o diretor-secretário do Crefito-9, José Alves Martins, em 1997 a remuneração do PSMC era maior do que hoje. “Estamos na luta por um salário digno e um PCCS igualitário, e não, diferenciado como vem acontecendo”, desabafa a fisioterapeuta Karine Alves Teixeira.

 

Martins diz que a representante do Crefito no Conselho Municipal de Saúde (CMS) vai apresentar um relatório com as necessidades do HPSMC. Entre elas, PCCS, concurso público “e melhorias que englobam o conceito de atendimento hospitalar, eficaz e humanizado”. Para a responsável pelo setor de fisioterapia do HPSMC, Alexandra Pazinato, as conversas com representantes legais da categoria propiciaram melhor direcionamento das estratégias de valorização do colaborador da unidade.


 De acordo com o gerente de atendimento terapêutico do HPSMC, Paulo Henrique de Oliveira, desde 2008 na função, não basta obter soluções paliativas por parte da direção do Pronto-Socorro. “Em setembro deste ano, completo seis anos de Casa, e vejo que precisamos politizar nossos colegas. Fazer o debate para termos voz política. Aí, teremos melhorias significativas”, ressalta.


O cliente do SUS, segundo o presidente do Conselho, Elias Nasrala Neto, é o principal beneficiado com as propostas de melhores condições de trabalho e aumento do piso salarial do fisioterapeuta e do terapeuta ocupacional. Medidas que evita que os servidores “cruzem os braços” ou que o paciente tenha um atendimento “por falta de estrutura física e tecnológica” sem qualidade. “Vamos lutar em parceria com o Sinfisio-MT a fim de evitar paralisação das atividades”.


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