Especialista em Fisioterapia Ortopédica, Nelson Shirabe, participa do Café Cultural promovido pelo Crefito-9, ontem (13), no auditório do Univag
Publicado em: 14 SET 2013 às 13:39:00
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Juliana Velasco |
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O Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional da 9ª região (Crefito-9) promoveu ontem (13), às 19h30, no auditório do bloco C, do Centro Universitário de Várzea Grande (Univag) mais uma edição do Café Cultural. A palestra sobre “bandagens funcionais em pacientes ortopédicos” do especialista Nelson Akio Shirabe, agradou profissionais que atuam no mercado local e acadêmicos.
“É preciso estar atualizada com novas técnicas. Isso garante que nossos pacientes tenham acesso a outros recursos, ou seja, atendimento de qualidade”, disse a fisioterapeuta Taiara da Silva Mattos, 23, formada há um ano. A aplicabilidade clínica da bandagem é muito ampla e pode ser usada, por exemplo, no tratamento de luxações e fraturas (sem deslocamento) em todas as regiões do corpo.
Muitos atletas usam a bandagem antes da prática esportiva, apenas como prevenção de lesões. O especialista Nelson Shirabe lembra que a bandagem funcional “não é indicada exclusivamente para atletas ou esportistas, e sim, qualquer pessoa que apresente estrutura lesionada ou insuficiente”. Mas adverte que o procedimento não substitui imobilização total.
A importância do profissional conhecer os efeitos do procedimento por meio de mecanismos neurofisiolóligos e biomecânicos vão permitir, segundo Shirabe, propriedade na aplicação da bandagem. “O uso correto promove estabilidade máxima com uma mobilidade seletiva”.
Após descrever as melhorias sintomáticas do mecanismo, o especialista falou da importância do fisioterapeuta envolver em movimentos associativos a fim de impedir fragilização política da categoria.O presidente do Crefito-9, Elias Nasrala Neto, concordou com o palestrante. “Lamentamos pelos profissionais que não vieram ouvir Nelson Shirabe, especialmente os de Várzea Grande. Mas àqueles que estiveram presentes são imprescindíveis para o processo de reciclagem profissional e de formação política-partidária”.
A fisioterapeuta Drielli Israel Tavares Machado, 25, avalia os eventos do Crefito-9, entre eles, o Café Cultural como positivos para mudanças futuras. “É preciso mesmo conversar com os estudantes porque quando eles se formarem já saberão como tudo funciona. Só reclamar não adianta. É uma profissão nova se comparada com as outras, e ainda somos uma classe muito desunida”.
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