Outro ponto abordado na palestra foi sobre o uso das tecnologias assistivas: órteses, próteses, adaptações e prescrições
Publicado em: 10 JUN 2013 às 22:40:00
Por VinÃcius Bruno
Especial para Crefito- 9
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Vinicius Bruno |
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“O real conhecimento da Terapia Ocupacional vale muito mais do que está escrito em leis”. É o que pensa o especialista em psicopedagogia, Regis Nepomuceno, que na tarde de sábado (8/6), conduziu o Café Cultural do Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional da 9ª Região (Crefito-9), no auditório da livraria Janina do Shopping 3 Américas. As participantes conversaram com o palestrante sobre diversos segmentos: físico, neurológico, educacional, hospitalar e saúde mental.
Formado na área pela Universidade Presidente Antônio Carlos, em Minas Gerais, Nepomuceno alertou quanto o perigo “de querer generalizar a atuação da Terapia Ocupacional”. Segundo ele, é preciso “unir o conhecimento do profissional com o que o governo estipula nos projetos”. Dessa forma, fica mais fácil criar novos espaços de atuação. Ele orienta que “indicar atividades é uma limitação, quando não se conhece o “porque” da condição do paciente e essa é uma barreira que precisa ser quebrada para aumentar a valorização da profissão”.
As equipes multidisciplinares das Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE´s) composta por fonoaudiólogos, psicólogos e psiquiatra, também precisam de terapeuta ocupacional. O montante disponibilizado pelo Sistema Único de Saúde (SUS), de acordo com o especialista, para contratação de terapeutas ocupacionais chega a 30 mil reais. Porém, poucas instituições contam com um quadro completo de profissionais. O motivo é a falta de conhecimento sobre a legislação.
Buscar reciclagem faz parte do projeto de Luciana da Rocha Sona, 29, formada há cinco anos em Terapia Ocupacional pela Universidade Católica Dom Bosco (UCDB). Ela saiu de Rondonópolis, onde trabalha no Hospital Psiquiátrico para participar do Café Cultural. “É um modo de fortalecer a profissão e discutir maneiras de como se encaixar nos serviços existentes”, ressalta.
Graduação - A vice-presidente do Crefito-9, Solange Lopes, diz que o mercado da categoria em Mato Grosso ganha novas possibilidades com a implantação do curso na Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). A formação de mais 30 profissionais pela instituição de Rondônia ainda neste ano também “é motivo de conquista e que o mercado da terapia ocupacional na jurisdição vai aumentar”.
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